Ir para o conteúdo principal
SQD
Terminal de informações // NÓ_CENTRAL_01
// AD SLOT — top

// DOSSIÊ — israeli-strikes-kill-gaza-idf-criminal-probes

Última hora ORIENTE MÉDIO ISRAEL ESTADOS UNIDOS AR TERRA DOUTRINA POLÍTICA

Ataques israelenses matam 10 em Gaza enquanto as FDI anunciam as primeiras investigações criminais sobre a conduta de tropas

PUBLICADO: 20 ago 2026 23:14Z · IDIOMA: PT

// Difundir
Ataques israelenses matam 10 em Gaza enquanto as FDI anunciam as primeiras investigações criminais sobre a conduta de tropas
https://www.flickr.com/people/45644610@N03 · CC BY-SA 3.0 · fonte
// AD SLOT — mid

Em 19 de agosto de 2026, ataques aéreos israelenses em Gaza mataram pelo menos 10 palestinos, incluindo nove em uma delegacia de polícia municipal na Cidade de Gaza. Entre os mortos estava Faten Al-Sahhar, chefe do departamento de polícia feminina de Gaza. A escalada ocorreu após uma reunião entre o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e o enviado dos EUA Jared Kushner, onde Netanyahu rejeitou um plano de desarmamento do Hamas proposto pelos EUA, mas concordou em continuar os ataques militares. Simultaneamente, os militares israelenses anunciaram suas primeiras investigações criminais sobre a conduta de tropas, concentrando-se nas mortes de grande repercussão da menina de cinco anos Hind Rajab e de 15 paramédicos palestinos. No entanto, as FDI recusaram-se a abrir inquéritos criminais sobre ataques que mataram trabalhadores humanitários da World Central Kitchen e Médicos Sem Fronteiras, atraindo forte condenação internacional de grupos de ajuda e governos estrangeiros.

// Contexto

A violência em curso persiste apesar de um frágil cessar-fogo apoiado pelos EUA assinado em outubro de 2025. Desde o cessar-fogo, pelo menos 1.273 palestinos foram mortos em Gaza. Historicamnte, os soldados israelenses raramente são responsabilizados por matar palestinos; grupos de direitos humanos observam que apenas 0,17% das investigações militares entre 2014 e 2022 levaram a processos. O conflito mais amplo ceifou mais de 73.000 vidas palestinas desde outubro de 2023, em meio a crescentes tensões regionais envolvendo iniciativas de paz lideradas pelos EUA, ações legislativas da extrema-direita israelense e ameaças dos EUA contra mediadores regionais como Omã.

// Desenvolvimentos-chave

  • Um ataque aéreo israelense a uma delegacia na Cidade de Gaza matou nove pessoas, incluindo a chefe de polícia para mulheres Faten Al-Sahhar e uma menina de 13 anos.
  • As FDI lançaram suas primeiras investigações criminais sobre as mortes de Hind Rajab, de cinco anos, e de 15 paramédicos, enquanto se recusavam a investigar ataques contra a World Central Kitchen e Médicos Sem Fronteiras.
  • O Primeiro-Ministro Netanyahu reuniu-se com o enviado dos EUA, Jared Kushner, e concordou em continuar os ataques em Gaza, apesar de o Hamas se comprometer com um plano de desarmamento proposto pelos EUA.
  • O Ministro da Segurança Nacional Itamar Ben-Gvir anunciou a construção de uma câmara de execução para prisioneiros palestinos e pediu de 30 a 40 assassinatos direcionados por noite.

// Cronologia

  1. Ataques liderados pelo Hamas no sul de Israel desencadeiam uma guerra em larga escala.

  2. A menina de cinco anos Hind Rajab, sua família e dois paramédicos de resgate são mortos por fogo israelense na Cidade de Gaza.

  3. Ataques aéreos israelenses incineram um comboio da World Central Kitchen, matando sete trabalhadores humanitários.

  4. Tropas israelenses disparam contra veículos de emergência em Rafah, matando 15 paramédicos e enterrando-os em uma vala comum.

  5. Um acordo de cessar-fogo frágil apoiado pelos EUA é estabelecido, embora ataques de baixa intensidade e baixas continuem.

  6. Ataques israelenses matam dois palestinos, incluindo o coronel da polícia Jamal Abu Kmail, encerrando uma semana de calmaria em relação às fatalidades.

  7. Um ataque israelense ao porto de Gaza City mata pelo menos seis pessoas em um café de deslocados.

  8. ][

// Perspetivas

[Forças Armadas de Israel (IDF)]

Sustenta que seu sistema de justiça interna é capaz de lidar com a má conduta das tropas, ao mesmo tempo que defende a decisão de não processar criminalmente os comandantes envolvidos no ataque ao World Central Kitchen como um erro não criminal.

[Crescente Vermelho Palestino e Famílias das Vítimas]

Rejeitam investigações militares internas de Israel como uma tentativa insuficiente de branqueamento e exigem investigações internacionais independentes para alcançar uma justiça genuína.

[Coalizão de Extrema-Direita de Israel (Itamar Ben-Gvir)]

Advoga por medidas punitivas extremas, incluindo a construção de forcas para prisioneiros palestinos e a realização de dezenas de assassinatos direcionados noturnos em Gaza.

[Aliados Internacionais (EUA e Austrália)]

Pressionam Israel para reduzir os ataques, com a Austrália expressando indignação pela falta de responsabilidade criminal pela morte de trabalhadores de ajuda humanitária estrangeiros.

// Citações

“Uma investição internacional é necessária para descobrir a verdade e responsabilizar todos os responsáveis.”

[Hind Rajab (avó da vítima)] — Respondendo ao anúncio do exército israelense sobre uma investigação criminal interna sobre o assassinato de sua neta de cinco anos em fevereiro de 2024.

“Não somos obrigados a provar a verdade porque ela já foi provada para o mundo todo.”

[Eid Azizi (porta-voz do Crescente Vermelho Palestino)] — Comentando sobre o recuo do exército israelense em relação ao assassinato de 15 paramédicos em Rafah após o surgimento de filmagens víde de acordo com o vídeo.

“errado e doloroso”

[Chef Jose Andres (fundador da World Central Kitchen)] — Condenando a decisão do exército israelense em relação a não lançar uma investigação criminal sobre os ataques aéreos de abril de 2024 que mataram sete funcionários da WCK.
// AD SLOT — bottom

// Relatórios relacionados