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Polônia revela demonstrador de tecnologia de veículo de combate de infantaria pesado CBWP na MSPO 2026
PUBLICADO: 9 set 2026 02:12Z · IDIOMA: PT
Na feira de defesa MSPO 2026 em Kielce, a PGZ e a Huta Stalowa Wola da Polônia revelaram um demonstrador de tecnologia em escala real do Ciężki Bojowy Wóz Piechoty (CBWP), ou Veículo de Combate de Infantaria Pesado. Pesando entre 40 e 43 toneladas, o CBWP foi projetado para priorizar a proteção balística pesada e contra minas em detrimento das capacidades anfíbias, permitindo-lhe operar diretamente ao lado dos principais tanques de batalha M1 Abrams e K2 Black Panther em combates de alta intensidade. Armado com uma torre remota ZSSW-30 equipada com um canhão Bushmaster II de 30 mm e mísseis antitanque Spike-LR, o veículo aborda lições de sobrevivência da guerra na Ucrânia. A PGZ planeja testar dois protótipos totalmente funcionais em 2027, visando a prontidão para produção em série até 2029 para atender a uma potencial demanda doméstica polonesa de até 700 veículos, posicionando também a plataforma para exportação.
// Contexto
A guerra na Ucrânia evidenciou uma lacuna crítica de sobrevivência entre os principais tanques de batalha fortemente blindados e veículos de combate de infantaria mais leves, que são altamente vulneráveis a ameaças modernas, como munições vagantes, drones FPV, minas e mísseis antitanque guiados. À medida que a Polônia moderniza rapidamente suas forças terrestres com tanques pesados M1 Abrams dos EUA e K2 da Coreia do Sul, seus militares exigem um VCI fortemente blindado capaz de sobreviver no mesmo espaço de batalha de alta intensidade para apoiar operações de armas combinadas. Isso impulsionou o desenvolvimento do CBWP para complementar o VCI anfíbio e mais leve Borsuk.
// Desenvolvimentos-chave
- A PGZ e a Huta Stalowa Wola apresentaram um demonstrador de tecnologia em escala real do CBWP, um veículo de combate de infantaria (IFV) pesado, na MSPO 2026.
- Pesando entre 40 e 43 toneladas, o CBWP é aproximadamente 12 toneladas mais pesado que o IFV anfíbio polonês Borsuk, trocando a capacidade anfíbia por uma blindagem superior.
- O veículo conta com um motor de mais de 1.000 cavalos de potência, um chassi rastreado de sete eixos, orquestrado por uma tripulação de três pessoas mais até oito soldados de infantaria.
- O armamento consistem no canhão Bushmaster II de 30mm, torre ZSSW-30 não mánida, torre ZSSW-30 não mánida, torre ZSSW-40, torre ZSSW-30 não mánida, torre Z ext{...}
// Cronologia
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Huta Stalowa Wola apresenta um modelo em escala 1:4 do Veículo de Combate de Infantaria Pesada (CBWP).
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A PGZ e HSW apresentam o demonstrador tecnológico CBWP em tamanho real na exposição MSPO 2026 em Kielce.
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O único demonstrador operacional do CBWP inicia testes de fábrica.
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Dois protótipos totalmente funcionais devem ser concluídos e passar por testes militares intensivos.
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Data de alvo para que a PGZ e a HSW alcancem a prontidão para a produção em série do CBWP.
// Perspetivas
[Ministério da Defesa Nacional da Polônia]
Vê o CBWP como um potencial produto de exportação emblemático e um marco fundamental na transição da Polônia de importadora de armas para uma grande produtora doméstica, apoiado por uma meta de 50/50 em aquisições domésticas versus importadas.
[Polska Grupa Zbrojeniowa (PGZ) & Huta Stalowa Wola (HSW)]
Focadas em provar a capacidade de engenharia doméstica para entregar plataformas de combate fortemente protegidas, altamente manobráveis e pesadamente armadas que compartilham subsistemas comuns com veículos poloneses existentes para simplificar a logística.
[Planejadores das Forças Armadas Polonesas]
Defendem uma força de VCI (Veículo de Combate de Infantaria) sobre lagartas de dois níveis, onde o CBWP pesado e não anfíbio equipa unidades que operam diretamente com tanques Abrams e K2 em ambientes de alta ameaça, enquanto o Borsuk mais leve atende a funções anfíbias e de implantação rápida.
// Citações
“O demonstrador apresentado hoje confirma que as empresas polonesas possuem a expertiseise-se de projetar e desenvolver plataformas de combate avançadas que atendam às exigências do campo de batalha moderno”
“passar gradualmente do papel de grande comprador de armas estrangeiras para o de um fabricante e exportador”