// DOSSIÊ — us-denmark-greenland-security-agreement-finalized
Acordo de Segurança entre EUA, Dinamarca e Groenlândia é Finalizado
PUBLICADO: 26 set 2026 04:12Z · IDIOMA: PT
Após anos de atrito geopolítico e postura diplomática agressiva por parte da administração Trump, os Estados Unidos, a Dinamarca e a Groenlândia finalizaram um acordo de segurança. O pacto concede aos EUA controle permanente sobre questões de segurança na ilha e autoridade para bloquear investimentos sensíveis de adversários estrangeiros, visando especificamente a influência chinesa e russa. Enquanto os EUA celebram uma vitória estratégica, a Dinamarca sustenta que sua soberania sobre a Groenlândia permanece intacta, com a OTAN devendo desempenhar um papel colaborativo na segurança da região.
// Contexto
A Groenlândia, um território semi-autônomo sob domínio dinamarquês, tornou-se um ponto focal da geopolítica ártica devido à sua localização estratégica e potencial riqueza mineral. Desde 2017, a Groenlândia tem buscado investimentos estrangeiros para infraestrutura, o que gerou preocupações em Washington e Copenhague em relação à influência chinesa. A situação escalou significativamente durante o segundo mandato do presidente Trump, caracterizada por ameaças de força econômica e militar, culminando finalmente em um pacto de segurança formal em 2026.
// Desenvolvimentos-chave
- Os EUA garantiram o controle permanente sobre as operações de segurança na Gronelândia, construindo sobre o acordo de defesa de 1951.
- O acordo proíbe os adversários dos EUA de estabelecerem bases militares ou projetos de infraestruturas sensíveis na ilha.
- As tensões atingiram o pico no início de 2026, quando os EUA ameaçaram com tarifas os aliados europeus e insinuaram o uso de força militar para garantir o território.
- Nações europeias, incluindo Alemanha, França e países nórdicos, enviaram tropas para a Gronelândia em janeiro de 2026 como demonstração de dissuasão.
- O governo da Gronelândia rejeitou o envio de um navio-hospital norte-americano em fevereiro de 2026, evidenciando a fricção contínua em relação ao intervencionismo dos EUA.
- O acordo final foi anunciado em setembro de 2026 e tem assinatura formal prevista para a Assembleia Geral da ONU.
// Cronologia
-
Tribunais da Groenlândia aprovam investimento chinês para infraestrutura aeroportuária; a Dinamarca intervém para bloquear o acordo.
-
O Presidente Trump propõe a compra da Groenlândia; a Dinamarca rejeita a oferta.
-
Trump ameaça tarifas sobre a Europa; nações europeias enviam tropas para a Groenlândia como medida de dissuasão.
-
Trump recua das ameaças tarifárias e anuncia uma estrutura para um acordo com o Secretário-Geral da OTAN, Mark Rutte.
-
EUA, Dinamarca e Groenlândia anunciam um acordo de segurança finalizado que concede aos EUA controle de segurança permanente.
// Perspetivas
[Estados Unidos]
Afirma que o controle sobre a Groenlândia é um imperativo de segurança nacional vital para combater a influência da China e da Rússia no Ártico.
[Dinamarca]
Mantém a soberania sobre a Groenlândia enquanto navega em um equilíbrio difícil entre as obrigações da OTAN e a pressão dos EUA.
[Greenland]
Enfatiza a autodeterminação e a soberania; a liderança local resistiu a ações unilaterais dos EUA, como o plano rejeitado do navio hospital.
[União Europeia]
Visto como uma 'espiral descendente perigosa' que ameaçou a estabilidade transatlântica as ameaças e táticas de tarifas dos EUA.
// Citações
“Vamos fazer algo em relação à Groenlândia, quer eles gostem ou não. Porque se não o fizermos, a Rússia ou a China assumirão o controle da Groenlândia, e não teremos a Rússia ou a China como vizinhos.”
“A proposta é absurda.”