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Tensões EUA-Cuba: Trump Preve Acordo enquanto Cuba Condena 'Punição Coletiva' na ONU
PUBLICADO: 29 set 2026 08:15Z · IDIOMA: PT
No final de setembro de 2026, o presidente dos EUA, Donald Trump, previu que os Estados Unidos e Cuba chegariam a um acordo, afirmando que a ação militar não seria necessária, apesar de vazamentos recentes sobre o planejamento militar dos EUA. Esta declaração seguiu-se a uma semana tensa na Assembleia Geral das Nações Unidas, onde o Ministro dos Negócios Estrangeiros de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, condenou o bloqueio petrolífero dos EUA—imposto em janeiro de 2026—como um ato de 'punição coletiva' e um 'bloqueio naval' que equivaleria a um ato de guerra. Embora Trump tenha classificado Cuba como um 'estado absolutamente falido', provocando a saída de Cuba da reunião, ambos os lados expressaram uma abertura cautelosa ao diálogo, com Cuba exigindo que as negociações sejam baseadas na igualdade soberana e sem pré-condições.
// Contexto
Os Estados Unidos têm mantido um embargo econômico rigoroso contra Cuba por mais de 60 anos. As tensões escalaram significativamente em janeiro de 2026, quando os EUA usaram força militar para derrubar o presidente venezuelano Nicolás Maduro e, subsequentemente, impuseram um severo bloqueio petrolífero a Cuba. Este bloqueio paralisou a rede energética de Cuba, levando a shortcomings chronicos de combustível, problemas de distribuição de alimentos e apagões generalizados. Apesar da pressão, a Assembleia Geral da ONU tem votado historicamente, de forma esmagadora, para condenar o anualmente o embargo dos EUA desde 1992.
// Desenvolvimentos-chave
- O presidente Trump previu um acordo bilateral com Cuba, afirmando que não acredita que a ação militar será necessária para resolver as divergências.
- O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, condenou o bloqueio de petróleo dos EUA na AGNU, classificando-o como uma 'punição coletiva' projetada para desencadear uma crise humanitária.
- O confronto diplomático ocorre após o vazamento de um documento da Reserva do Exército dos EUA que detalha as avaliações da unidade de apoio do Comando Sul para potenciais planos contra Cuba.
- O bloqueio de petróleo dos EUA, iniciado em janeiro de 2026, sobrecarregou gravemente a infraestrutura de Cuba, causando escassez generalizada de combustível e apagões.
- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que Cuba tem uma 'oportunidade de ouro' para um futuro melhor, mas observou que décadas de má gestão não podem ser revertidas rapidamente.
// Cronologia
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Os EUA utilizam força militar para remover o presidente venezuelano Nicolás Maduro e, posteriormente, impõem um bloqueio energético a Cuba.
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O Presidente Trump chama Cuba de um 'estado absolutamente falido' durante seu discurso na Assembleia Geral da ONU, levando a delegação cubana a se retirar.
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Surgem relatos de que a CBS News obteve um documento vazado da Reserva do Exército dos EUA detalhando o planejamento de uma unidade de apoio do Comando Sul vinculado a Cuba nos próximos quatro meses.
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O Presidente Trump diz a repórteres na Casa Branca que os EUA e Cuba farão um acordo e que não será necessária ação militar.
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O Ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, discursa na UNGA, condenando o bloqueio dos EUA como 'punição coletiva' ao mesmo tempo em que afirma a abertura de Cuba ao diálogo.
// Perspetivas
[Estados Unidos (Administração Trump)]
Busca a mudança fundamental do governo em Cuba através de pressão econômica intensa, incluindo um embargo de 60 anos e um bloqueio petrolífero recente, mantendo-se aberto a um acordo para 'abrir' o país sem recorrer à força militar.
[Cuba]
Condena o embargo e o bloqueio petrolífero dos EUA como atos ilegais de guerra e punição coletiva, mas permanece disposto a entrar em negociações bilaterais baseadas estritamente na igualdade soberana e sem pré-condições.
[Comunidade Internacional (ex: Brasil, México, Paquistão)]
Opõe-se a restrições econômicas unilaterais e pediu o fim do embargo dos EUA e do bloqueio petrolífero recém-imposto.
// Citações
“Eu diria que Cuba e nós vamos fazer um acordo. Não acho que precisaremos dos militares. Cuba está fracassando muito. Queremos ajudar Cuba.”
“Sempre estivemos, e continuamos, dispostos a dialogar com o governo dos EUA para buscar soluções para nossas diferenças bilaterais com base na seriedade, respeito, igualdade soberana e observância do direito internacional, sem interferência em assuntos internos e sem nenhuma condição prévia.”
“Você não reverte mais de 60 e poucos anos de má gestão, corrupção e incompetência em seis meses. Mas eu realmente acho que Cuba tem uma oportunidade de ouro para se colocar em um caminho irreversível em direção a um futuro melhor.”